"Nosso corpo é nosso templo, nossa vida deve ser nossa religião e cuidar dela nosso ato de fé".

terça-feira, 16 de setembro de 2014



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Estímulos contínuos para evitar a homeostase na perda de gordura



Sabemos que tratando-se de definição muscular devemos tomar diversas providencias em nosso treinamento e dieta. Aeróbicos em jejum, aeróbicos pós-treino, redução do consumo calórico, redução de carbos, suplementação especifica etc..


Porém, muitas vezes na ânsia de se atingir rapidamente a definição e perda de gordura, muitas pessoas se afobam e começam tanto o treino quanto a dieta para cutting com muita agressividade. Logo de cara zerar ou reduzir carboidratos, tomar diversas cápsulas de termogênicos e outros suplementos, não são as melhores opções para se obter sucesso em um protocolo de cutting.

Existe um processo biológico chamado homeostase, que basicamente podemos resumi-lo como “equilíbrio”. O corpo humano adapta-se facilmente a novas mudanças e busca sempre a homeostase. Assim que você mudar drasticamente sua dieta e treinamento, seu organismo vai buscar desesperadamente a adaptação e o equilíbrio a estes novos estímulos e mudanças.

O resultado disso? Estagnação!

Quando seu organismo estiver adaptado a uma mudança radical provida por você, vai ser muito difícil atingir resultados, e então a melhor opção seria voltar para um off de algumas semanas e começar novamente o cutting.

Portanto, para evitar a homeostase e estagnação, a melhor opção em definição muscular é ter paciência. Inicie seu planejamento de cutting com evolução gradual, tanto em treinamento quanto em dieta. Estimular constantemente seu corpo é mais eficiente e lhe trará resultados mais rápidos.

Dicas Para Dormir Melhor e Maximizar Os Ganhos nos Treinos



Dormir é um fator muito menosprezado no mundo da musculação. A maioria das pessoas sabem que é importante, mas não dão a devida prioridade ao ato de dormir. Manter um padrão de sono adequado pode maximizar a recuperação muscular, aumentar os níveis de hormônios anabólicos e ainda evitar o acúmulo de gordura. A seguir veja 5 dicas para aprimorar o sono e extrair todos os seus benefícios:


1 – Criar uma rotina de sono
Assim como você tem uma rotina de treino e uma rotina de alimentação, o sono também merece a mesma atenção. Criar uma rotina de sono é importante para gerar o hábito de ir dormir e acordar sempre no mesmo horário, fazendo com que você descanse a mesma quantidade diariamente. Isto além de disciplinar quem não consegue dormir tão cedo(e fica viajando no Youtube e Facebook até altas horas), também faz com que o cérebro se acostume com esta rotina. O sono virá naturalmente no horário que você se habituar a deitar.

2 – Tente usar a cama somente para dormir
Não estou dizendo que você vai ter que parar de fazer sexo na cama, alias o sexo pode ser um ótimo aditivo para o sono. Estamos nos referindo a outras atividades feitas na cama, como assistir TV, ficar no Notebook, ler livros, etc… Usar a cama apenas para dormir, acostumará o corpo a saber que a hora do sono chegou no momento que você deitar na cama. Após se acostumar com este “ritual”, dificilmente você ficará rolando na cama sem conseguir pegar no sono.

3 - Evite luz
Luz significa dia e o nosso corpo naturalmente compreende que quando está dia, é porque está na hora de acordar(ou próximo disso). Independente de ser dia ou não, quanto mais escuro o ambiente que você dormir, mais você “estimulará” o sono, ou seja, desligue a TV, desligue eletrônicos que emitem luzes e use cortinas/persianas que consigam bloquear toda a luz externa.

4 – Corte o consumo de estimulantes depois das 6 da tarde
Utilizar estimulantes a noite também pode interferir na qualidade do sono. Sabemos que poder escolher o horário de treino não é um luxo de todos, mas se você treina a noite e usa pré-treinos(Jack3d, No-Shotgun, etc), isto pode afetar negativamente o seu descanso e seria melhor evitar o uso destes suplementos neste horário. Existem algumas opções de pré-treinos sem estimulantes(Hemavol, Ultima, Body Octane), obviamente eles não irão dar a mesma “pilha” que os comuns, mas se você não estiver conseguindo dormir ou for hipersensível a estimulantes, eles serão uma ótima pedida. Lembrando que pré-treinos não são as únicas fontes de estimulantes: café e refrigerantes também possuem cafeína e portanto poderão atrapalhar o sono da mesma forma.

5 – Use melatonina somente quando necessário
Para quem não conhece, a melatonina é um suplemento que promete aumentar a qualidade do sono, fazendo você dormir mais profundamente. O problema é que algumas pessoas acabam gerando uma certa dependência piscológica com o suplemento e depois não conseguem dormir sem tomá-lo. E isto pode atrapalhar o seu sono futuramente. Uma ideia muito mais proveitosa seria utilizar o suplemento apenas quando realmente for necessário e é justamente este o seu propósito inicial: ajudar pessoas com insônia. Se você já consegue dormir corretamente, o custo x benefício da Melatonina é muito baixo.

Conclusão
O período do sono é o mais importante na recuperação muscular, ou seja, quanto maior a qualidade do sono, maior será a recuperação muscular, mais cedo você poderá treinar o músculo novamente, mais massa muscular você ganhará no curto e longo prazo.

Dicas Rápidas para amplificar o treino de costas



Veja 8 dicas simples e práticas para extrair o máximo do seu treino de costas, sem alterar a base do mesmo.


1 – Costas é o grupo muscular mais difícil para se aprimorar a ligação entre mente e músculo, portanto procure focar o treino primeiramente na qualidade das contrações musculares (sentir o músculo trabalhando) e em seguida na carga usada (e não o contrário).

2 – Treine costas longe do dia de bíceps e antebraços. Estes dois músculos são os principais auxiliares no treino de costas, portanto treinar com eles já fadigados poderá limitar a força e intensidade do treino de costas (além de atrapalhar a própria recuperação do bíceps e antebraços).

3 – Procure limitar o uso de cinta de powerlifing e nunca usar sem real necessidade (com pouca carga), do contrário você estará limitando o corpo de criar resistência própria no core, o que poderá evitar lesões no futuro quando usar maiores cargas nos exercícios.

4 – Use técnicas de visualização para ajudar ainda mais no aprimoramento da conexão mente-músculo. Visualize o músculo alvo (costas) sendo isolado durante a execução do movimento e fazendo todo o esforço. Por mais que pareça fantasia, já foi provado cientificamente que a conexão mente-músculo pode afetar o quanto o músculo é recrutado durante o exercício e consequentemente afetar os seus ganhos.

5 – Procure usar poucas repetições e mais carga ao treinar bíceps e antebraços. O aumento de força nestes grupos musculares afetarão positivamente o resultado do treino de costas.

6 – Dê preferência aos exercícios com peso livre ou com o peso corporal. Apesar da instrução ser mais do que básica, o uso de máquinas e aparelhos ao treinar costas é mais comum do que em outros músculos e algumas pessoas insistem em focar toda a sua energia do treino em exercícios como puxada no pulley, remada sentada, etc… Uma puxada no pulley jamais será superior a uma barra fixa (por exemplo).

7 – Se você realmente sente a necessidade de usar máquinas ou aparelhos no seu treino, pelo menos deixe-as por último, fazendo os com peso livre/peso corporal primeiro.

8 – Pense no treino de costas como uma oportunidade para treinar o bíceps indiretamente. Quanto mais pesado e intenso o treino de costas, mais o bíceps será recrutado, consequentemente mais estímulos e hipertrofia você gerará para o braço.

Inibidores de apetite voltam a ser liberados



A decisão do Senado de liberar os inibidores de apetite no mercado brasileiro vai permitir que obesos voltem a usar remédios à base de anfetamina para emagrecer. O uso desses medicamentos estava banido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2011.

Os remédios anfepramona, femproporex e mazindol, indicados para o tratamento da obesidade, foram retirados de circulação no país com o objetivo de acabar com o consumo sem prescrição médica. Não raro esses medicamentos eram usado como "rebite" por caminhoneiros, misturados com bebidas alcoólicas em festas e para emagrecimento rápido sem qualquer orientação.

Segundo especialistas, essas práticas somadas ao uso abusivo podem causar problemas de saúde como taquicardia e arritmia. A proibição desagradou endocrinologistas que usavam as medicações para combater a obesidade.

Com a liberação dos registros desses remédios conhecidos também como anfetamínicos ou anorexígenos, o debate sobre seus benefícios e malefícios volta à tona. Afinal, o consumo faz bem ou faz mal? 


Remédios indicados para obesos

O uso da anfepramona, do femproporex e do mazindol é indicado para pessoas com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 30, valor que indica obesidade. Uma pessoa com IMC na faixa entre 18,5 e 24,9 tem peso considerado normal, e com IMC entre 25 e 29,9 tem sobrepeso. O cálculo é feito pela divisão da altura pelo peso ao quadrado.

Tais medicamentos atuam no sistema nervoso central, diminuindo a fome, a vontade de comer a toda hora e acelerando o metabolismo. Juntas, essas características permitem que o usuário emagreça rapidamente.

"Quando você usa os anorexígenos, a fome diminui e cai a procura por alimento. A pessoa se sente mais ativa. Mas esses remédios são mais eficientes para quem tem um padrão compulsivo, comum nos obesos que beliscam e se lembram de comida o tempo todo", diz o endocrinologista e nutrólogo João César Castro Soares, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

O tratamento com os anfetamínicos deve ser feito juntamente com exercícios físicos e um programa de reeducação alimentar para evitar o ganho de peso após deixar de tomar o medicamento.

"A medicação facilita a mudança no estilo de vida do obeso. Só que não adianta somente dar remédio. O paciente deve passar por um nutricionista e reforçar a melhora na atividade física", diz Maria Edna de Melo, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).

Por ser considerada uma doença compulsiva, a obesidade tem o agravante de nem sempre ser tratada com exercícios e uma alimentação mais equilibrada. Por isso, a endocrinologista defende o uso da medicação por pelo menos seis meses.

"A reeducação é uma palavra bonita, mas funciona como exceção. Se fosse fácil [o obeso emagrecer] não teríamos essa epidemia de obesidade. Quem vive assim naturalmente procura por alimentos mais calóricos. O cérebro do obeso o faz pensar diferente, agir diferente, a doença é mais forte", diz Maria Edna de Melo.

"Nem vale a pena fazer um tratamento para a obesidade em curto prazo porque ele vai ganhar peso depois. É necessário garantir a manutenção desse peso e a redução de doenças, como a hipertensão e o diabetes", completa.

Antes da proibição, o tempo indicado para o uso de anfetamínicos era de, no máximo, três meses para evitar problemas de saúde. Como as farmacêuticas terão de pedir novos registros à Anvisa, que terá meses para avaliá-los e concedê-los, não se sabe ainda se haverá alguma mudança nesse sentido.


Sintomas podem indicar perigo

A excitação causada pelo anfetamínicos, por sua vez, pode causar insônia, irritação, palpitação, sensação de boca seca e ressecamento intestinal. Por isso, devem ser evitados por quem tem problemas cardíacos, pressão alta não controlada, por quem já sofreu derrame ou usa algum medicamento psiquiátrico, segundo o cardiologista Marcelo Sampaio, chefe do laboratório de biologia molecular do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo.

Em pessoas mais sensíveis à medicação, o uso pode ainda causar arritmia e taquicardia, por isso só deve ser indicado após a avaliação de um cardiologista, diz Sampaio.

"Não é raro ter pacientes com dor no peito após a introdução dessa medicação. É preciso usar com muita parcimônia e fazer exames cardiológicos, antes de prescrever o medicamento", diz.



quinta-feira, 11 de setembro de 2014


O que mais cheira mal depois do treino: algodão ou poliéster?



Na hora da atividade física, é melhor usar algodão ou poliéster? Se você não gosta do cheiro que se desprende da roupa  após o treino, a resposta certa é algodão, segundo uma pesquisa publicada na revista Applied and Environmental Microbiology. O estudo investigou o porquê de roupas sintéticas terem um odor pior que as de algodão, após uma sessão fitness. 

Os cientistas pediram a voluntários para cheirar duas camisetas, uma de algodão e outra de poliéster, usadas por pessoas saudáveis durante um treino de uma hora de spin. Isso foi feito após 28 horas do término do exercício físico. O tempo foi necessário para que as bactérias quebrassem os ácidos graxos encontrados no suor em moléculas de ar menores, responsáveis pela sensação de mau cheiro.

Os voluntários afirmaram que as camisas de poliéster fediam mais do que as de algodão. Os pesquisadores, por sua vez, deram uma olhada microscópica no tecido para determinar a razão.
Eles descobriram que as bactérias chamadas de micrococcus encontram no poliéster um ambiente melhor para se reproduzirem do que em relação ao algodão, provavelmente porque esse tecido não absorve umidade. O resultado é que as bactérias ficam melhor armazenadas entre as fibras sintéticas.

A equipe agora está tentando determinar o que faria do poliéster uma espécie de "refúgio" para os micrococcus. Enquanto isso, os pesquisadores recomendam que os amantes das atividades físicas prefiram usar roupas de algodão durante o treino.

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